ESCRITÓRIO DE ADVOGADOS EM PORTO VELHO OFERECE ASSESSORIA PARA QUEM DESEJAR ROUBAR ENERGIA

O Município de Cacoal é um bom exemplo para desmentir o classificado. Nos últimos dois anos de todos os processos envolvendo este tipo de ação, a CERON foi vencedora em 46.38%, perdeu em 11,59% e 42,03% aguarda recursos, alguns impetrados pelo cliente e outros pela Empresa.
Participei de uma palestra para lideres onde o palestrante falava da diferença entre poder e autoridade.
Não é a primeira vez em Porto Velho que tentam institucionalizar os desvios e a fraudes de energia. A Assembléia Legislativa, aprovou recentemente uma Lei proibindo a CERON de usar o medidor de energia no poste da rua, longe do alcance dos fraudadores.

A Câmara Municipal de Porto Velho aprovou outra Lei proibindo o uso de medidores digitais, a ultima tecnologia em termo de medição de energia. Somente o Congresso Nacional pode legislar sobre energia, telefonia e água. Mas em solidariedade aos usurpadores de bens públicos sempre aparecem aliados.
O anuncio que vem sendo colocado nas páginas de O Estadão do Norte, Trás a tona esta cultura e mostra por que a CERON em Porto Velho perde 47% do seu faturamento a cada mês. Crime contra a economia popular que faz com que, todos os usuários do sistema ajudem a pagar esta conta.
Em 2008 a Ceron perdeu 894 mil MVh. Nesse período o Município de Pimenta Bueno com 32 mil habitantes consumiu 46.730 Mvh. Ou seja, a energia perdida no ano daria para abastecer 19 municípios do porte de Pimenta Bueno.E quem pagou esta conta? Eu, você e todos que tem um comportamento ético e uma relação honesta com as empresas publica de distribuição de energia. Se parte dessa perda não fosse considerada na tarifa de energia elétrica, a CERON simplesmente desapareceria do mapa. Nenhuma empresa publica ou privada suportaria perder 33% do seu faturamento total a cada mês sem quebrar. Conheça um pouco da história do dono do jornal que cedeu espaço para este comunicado.

O HOMEM QUE ENGANOU A MÁFIA
Mário Calixto está preso há 35 dias na Polícia Federal acusado de formação de quadrilha e tráfico de influência junto ao Governo de Rondônia para favorecer a empresa TAG – Importação, que tem sede em Porto Velho mas atuava a partir do Espírito Santo na importação de carros subfaturados.

As investigações da PF concluíram que Mário Calixto recebeu cerca de R$ 200 mil para supostamente pagar propina ao secretário de finanças de Rondônia, José Genaro, para liberar as importações da TAG em Rondônia. Calixto, no entanto, ficou com dinheiro.

Por conta disso, chegou a correr risco de vida, pois a máfia capixaba estava disposta a recuperar o dinheiro de qualquer jeito, conforme revelam escutas telefõnicas e interceptações de mensagens via msn feitas pela Polícia Federal. Matéria publicada no www.tudorondonia.com.br em 2008.
O que se conclui, é que só um jornal como o Estadão do Norte, cujo proprietário tem esta ficha e um escritório de advogados com esta ética poderiam oferecer serviços desta natureza. Que o povo honesto e ético deste Estado analise isso na hora de escolher um advogado, um jornal e um político desses para lhe defender, representar e informar.

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